Alguém resolveu ir de carro do Texas, EUA até Ontário no Canadá. Pra matar o tempo, resolveu gravar toda a viagem em vídeo e editar tudo no melhor estilo Time Lapse, aquelas imagens aceleradas onde você vê as nuvens passando rapidamente e o sol nascendo e se pondo sem parar. Tá com tempo? Dá uma olhadinha.
Arquivo para October, 2007
Vai para NY e quer assistir ao show do David Letterman ao vivo? Clique aqui e veja como. São três tipos de entrada: a que você tenta on line e se for selecionado, recebe uma ligação e tem que responder a uma pergunta do tipo Trivia. A que você vai pegar pessoalmente no Ed Sullivan Theatre, mas com um mês de antecedência. E a última chance, que é o Stand-by Ticket. Você responde a uma pergunta e se for selecionado, tem que chegar ao teatro uma hora antes do programa sem nenhuma garantia de que vai realmente entrar. Não custa tentar.
Cansado de ter que andar até um farol para atravessar a rua ou ter que encontrar uma passarela para cruzar uma avenida movimentanda? Bem, alguns malucos japoneses acham que encontraram a solução. Uma faixa de pedrestres portátil (clique na foto para ampliar) que você leva enrolada na mochila e desenrola no ponto exato em que deseja atravessar ou se suicidar. Já imaginou um Motoboy freando gentilmente para que você atravesse sobre sua faixa particular? Então tá. Prefiro andar até um farol e esperar a minha vez de atravessar. Sem falar no tamanho da faixa que você teria que levar enrolada na bolsa se a Avenida Paulista fizesse parte do seu caminho. Como é bom ter tempo sobrando.
Quem vai viajar por um período longo e não quer morrer com uma grana preta ao utilizar o serviço de lavanderia do hotel, sempre acabava diante de apenas duas outras opções. A nada agradável pia do banheiro ou as lavanderias automáticas. Mas não é que apareceu uma terceira e prática opção. Não, não é comprar roupas novas. É uma máquina de lavar portátil e que cabe na mala ou na mochila. A Astone Traveller Washing Machine lava aproximadamente 7 litros e tem opção para roupas delicadas. Ela pesa pouco, inclusive no bolso. Custa apenas UD$70. Você lava sua roupa sem precisar lavar seu rico dinheirinho.
Se você levar em conta o preço da passagem, uma das refeições mais caras do mundo é aquela servida pela simpática e sorridente aeromoça do seu vôo. Claro que na primeira classe a coisa é diferente e, óbvio, mais cara ainda. O site Airline Meals criou uma espécie de guia Michelin das refeições de avião. Lá você sabe o que é servido nas principais companhias aéreas do mundo ou até mesmo nas mais obscuras. Pode ver fotos reais do prato, ler comentários sobre a apresentação, qualidade, sabor e temperatura. Descobre se na sua companhia aérea existe a opção de escolher a refeição com antecedência, opção vegetariana ou dieta especial. Também pode fazer upload das suas fotos e histórias. Tem até a seção “prato da semana”. Dê uma clicada aqui e veja as refeições que deixam alguns passageiros se sentindo no céu.
Transit Maps of the World não é apenas um livro cheio de mapas de trens e metrôs. É praticamente um livro do história. Ele aborda o assunto do transporte urbano de massa, de maneira gráfica e simpática. Conta a origem da coisa, explica os traçados e mostra sistemas antigos e atuais da principais cidades do mundo. Tem diagramas, mapas históricos, raros e muitas fotos. Dica para curiosos e colecionadores, não necessariamente nesta ordem. Para comprar clique aqui.
O site Extravigator poderia ser chamado de Facebook dos viajantes sofisticados. Pessoas que viajam com prazer e não com uma câmera na mão. Um membro do Extravigator não é um turista. É um viajante. Busca não só os melhores hotéis, mas as melhores experiências que estes lugares podem oferecer. Conhecem os melhores restaurantes, museus e festas. Mas detestam o Hype e por isso suas opiniões e dicas são sinceras e não carregam notas de afetação fashion. Se você é uma pessoa sofisticada e escolhe suas viagens como quem escolhe um vinho, bem-vindo ao clube.
Não dá pra chamar de geladeira porque ela também aquece. E segundo o fabricante, muda de um clima para o outro em questão de minutos. A Franklin Digital Cooler traz a mesma tecnologia que a Nasa utiliza em seus ônibus espaciais, uma espécie de chip que permite que o aparelho mantenha um sorvete perfeito, congele um alimento ou derreta o queijo do seu sanduíche. Basta girar o termostato e escolher a temperatura desejada. Além da tomada tradicional e doméstica, o aparelho vem com adaptador para ser ligado no acendedor do carro. Por isso pode ser um equipamento bacana para escritórios, viagens ou para ficar ao lado da TV e deixar você mais suscetível aos efeitos da lei da gravidade. O preço? $49,95 aqui.
No mês passado, o artista e visionário Tom Sachs fez uma exposição na Gagosian Gallery que, no mínimo, pode ser chamada de criativa. Construiu uma réplica do módulo lunar da Apollo 11, de uma central de controle da Nasa e de trajes espaciais, tudo feito com materiais banais, lixo e sucata. O resultado é incrivelmente convincente, claro que de longe a coisa fica ainda mais legal. Mas o bacana é ver qual foi a solução encontrada para imitar cada objeto e equipamento original. Mais fotos do projeto você vê aqui.
Você já pensou em ir a Romenia? Nem eu. Mas pelo o que estive vendo em vários sites, é um país, que como muitos outros do leste europeu, escondem coisas muito bacanas e totalmente fora dos roteiros turísticos mais manjados. No site tourism. ro, você encontra um belo painel sobre o país, a região, história, idiomas, qual melhor época para visitar, hospedagem, enfim, o básico para uma viagem que para muitos pode parecer alternativa. Muita cultura, arquitetura riquíssima e um clima de viagem no tempo acompanham o turista mais atento. E claro que não poderíamos deixar de falar do Conde Drácula. Existe até um Drácula Tour que leva você pelos caminhos da capital Bucareste, que alías foi fundada pelo Conde Vlad o empalador, e termina no castelo do famoso e eterno vampiro. Bem, como sugere o site, descubra a Romenia.
Dubai venceu Las Vegas de longe. Hoje é a terra do exagero, do disperdício, da grana, do luxo e dos hotéis de que conseguem juntar tudo isso.
O hotel Ski Dubai Resort fez o mais difícil, fez nevar no deserto. Ou melhor, fez uma pista de ski no meio do Oriente Médio. Eu não acreditei. Sou contra (como se fizesse alguma diferença), gosto de ir nos lugares e encontrar coisas típicas daquele lugar. Não gostaria de encontrar areia e guarda-sol na Antártida, por exemplo, mas não é todo mundo que pensa assim.
Bom, dá uma olhada no vídeo e tire suas conclusões.
Nos anos 5o, o governo dos EUA estava muito ocupado com a guerra fria, com a corrida espacial e uma possível invasão de alienígenas brothers dos temíveis Soviéticos. Mas entre uma espionagem e outra, eles arrumaram tempo para realizar experiências com LSD. Numa delas, deram um ticket para o país das maravilhas a um desenhista. Também deram papel, uma caixa cheia de lápis do tipo Crayon e foram analisando seu trabalho conforme o tempo foi passando e o efeito do ácido aparecendo. O resultado da viagem? Veja aqui.
Tem gente que adora esporte, mas odeia fazer isso sob as quatro paredes espelhadas de uma academia. Se depender do site Ootboot, você está livre. E livre para voar, saltar, rolar e escalar. O endereço traz dicas e informações sobre esportes ao ar livre e também reúne pessoas, já que funciona como uma espécie de comunidade on line. Lá você encontra textos, técnicas especiais, descobre onde enontrar os equipamentos mais bacanas, divide suas experiências e descobre a de outras. E ainda tem acesso a um Guidebook, que segundo eles, funciona como uma enciclopédia para viciados em oxigênio puro. Respire fundo e dê uma clicadinha aqui.
O inglês John Davis é um designer gráfico e até onde consigo alcançar, um dos maiores geeks que já tomei conhecimento. O cara simplesmente gastou 8 anos e 30 mil dólares para construir um simulador de 747 num dos quartos de sua casa. Ele tem 47 anos e claro, não tem mais esposa. Se tem namorada que encrenca quando o sujeito resolve comprar um minúsculo e inofensivo PS3, imagine no caso do nosso amigo e dublê de Capitão Kirk. Ele fez tudo sozinho. Construiu a cabine, instalou as telas de LCD e os mais de 10 softwares que rodam simultaneamente pra que a magia aconteça. Ele aluga seu brinquedo por U$130 a hora ou U$420 por um período de 6 horas. Tem uma entrevista com ele aqui e mais fotos aqui. Se você estava com vergonha de comprar um Wii ou um joguinho novo de Playstation, use este post a seu favor.
Segundo o site Seat 61, a melhor maneira de conhecer a Índia é sobre o chão e não a 30.000 pés. Lá você encontra todas as dicas para rodar o país dos incensos e vacas sagradas a bordo de um trem. O autor do site, sobre o qual já falei algumas vezes aqui, é um grande especialista em trens e alto funcionário de uma companhia ferroviária européia, com vasta experiência nesse tipo de viagem em várias partes do mundo. Ele diz que viajar de trem pela Índia, ao contrário do que se costuma pensar, é seguro, barato e confortável. Dicas como horários dos trens, rotas, tarifas e até mesmo informações sobre ônibus e hotéis, você encontra por lá. Tire seu turbante da gaveta e boa viagem.

