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Arquivo para updates sobre 'Visite antes de morrer'

Cavalgadas com o Pedroca

000011.jpgPoucas coisas são melhores nesta vida do que galopar com o vento na cara. Mistura sensações de liberdade, integração com a natureza, prazer físico, tudo junto. Perto de São Paulo, pode-se fazer cavalgadas muito bacanas nos fins de semana, em paisagens bem variadas, e o programa vale mesmo para quem nem sabe de que lado se monta, porque os iniciantes são bem-vindos. Quero dividir algumas dicas que damos no Fuja e começo por meu xodó especial: a Fazenda Bela Vista, em Dourado, na vizinhança de Brotas. É a fazenda do Pedroca, o homem que percorreu o Brasil a cavalo durante dois anos, em garanhões mangalarga marchador, e fez com eles até travessia do rio Amazonas (os cavalos nadando, o máximo!). A fazenda oferece diversas opções de cavalgada.[E acho que pelo menos uma leitora vou ter nestes posts. É a minha amiga Monika Faria Lima da Young & Rubicam, apaixonada por cavalos como eu e amazona como eu (só que melhor e mais freqüente).]  

Visite antes que acabe

É com este sentimento de urgência, de egoismo ou prazer que muitas agências de turismo têm encontrado clientes. Sim, existem lugares, bichos, paisagens e fenômenos da natureza que podem desaparecer num curto espaço de tempo. Monumentos, recifes, florestas, icebergs, destinos até então exóticos para muitos e que agora passam a despertar um interesse exacerbado. Claro que isso tem a ver com todo o movimento em torno da preserveção do meio-ambiente, das previsões apocalípticas sobre o clima, sobre um fim do mundo ecológico iminente. A questão é: acho normal e saudável todos quererem descobrir, registrar e fotografar todos os santuários e lugares especiais do planeta, mas será que um aumento no fluxo de turistas e no apetite de grandes operadoras de turismo, não aceleraria alguns processos de degradação destes locais? É apenas uma suposição ou algo para refletirmos ao folhar nosso próximo folheto turístico.

Cidades perdidas no tempo

  Esse link tem uma lista de 51 cidades perdidas no mundo, de Macchu Picchu à Badami na Índia e com várias fotos legais de cada lugar seguida de breve explicações. Com certeza a maioria deve estar naquele maldito livro dos 1000 lugares para visitar antes de morrer.

40 viagens que vão mudar sua vida

Matéria que saiu na revista Travel & Leasure deste mês, fala sobre 40 destinos do planeta que podem realmente transformar seu mundo interior. Tem de tudo: expedições, viagens ecológicas, escaladas, volunturismo, retiros, enfim, tudo explicadinho pra você refletir e embarcar. Para ler a matéria no site da revista clique aqui.

Que tal explorar o Butão?

Se você sempre sonhou em fazer uma viagem com um apelo mais místico e aventureiro ou com uma pegada mais Indiana Jones, apresento-lhe a Wind Horse Travel. Um operadora que nasceu da experiência de guias locais e bem treinados do Himalaia e que cresceu sem perder o cuidado quase artesanal em montar viagens do tamanho do sonho de seus clientes. Eles organizam passeios e expedições no próprio Butão e região dos Himalaias, no Nepal, Tibet, Índia, Mongolia, Miamar ( o país que atualmente está enfrentando uma onda de protestos de monges contra o regime local) , Indochina, Paquistão e Tailândia. Parece uma boa opção para se consultar antes de tirar as sandálias do armário.

A Toscana Francesa

dsc03822.jpgSe você tiver algum tempo durante uma estadia na Europa, vale a pena passar
alguns dias na Provence, visitando cidades como Gordes, Saint-Rémy, Isle sur la Sorgue e Lourmarin. Ha 60 kms de Marseille e a 30 de Avignon esta região engloba o parque nacional do Lubéron e não é a toa que foi sucesso nos livros do inglês Peter Mayle. Aproveito para indicar alguns restaurantes na região:
- La Bastide de Marie, entre as cidades de Bonnieux e Menèrbes. Tel: 04 90 72 30 20
- Le Moulin de Lourmarin em Lourmarin. Tel: 04 90 68 06 69
- Le Fournil em Bonnieux. Tel: 04 90 68 06 69
- Bistrot d’Eygalières em Eygalières. Tel: 04 90 90 60 34
Mais uma dica. O melhor vinho da região: Domaine du Trévallon.

Estilo Googie

Trilha do post

Sempre admirei a ousadia como os americanos misturam forma e tipografia, sem medo de ser feliz, desde a década de 40. O resultado muitas vezes é trágico, mas de certa forma, o fato do exagero ter sido assumido ao ponto de gerar competição entre letreiros de Motéis de beira de estrada, Cafés e parques temáticos acabou criando uma estética absolutamente fascinante: o estilo Googie .A Disneylândia é Googie [foto]. Las Vegas é Googie [foto]. O Oscar Niemyer (para mim, claro) é Googie [fotos]. O Clube Paulistano, em SP, é Googie. Na verdade, vejo muita desgraça feita na década de 70 por aí que é Googie, mas são desprovidas de alma, justamente por terem se levado a sério demais.

Você já sacou: Googie é aquela arquitetura futurística que foi da década de 40 a de 60, Jetsons na veia, e que assolou todos os Estados Unidos na era espacial quando carros, torradeiras, roupas e logos ficaram bem divertidos. Para um “typofreak” como eu, um prato cheio.

No Flickr Googie Group tem umas fotos ótimas. Separei algumas.

[foto1] [foto2] [foto3] [foto4] [foto5] [foto6] [foto7] [foto8] [foto9] [foto10] [flickrMap]

Nossa, ficou cheio de links. É que é assunto que não cabe em um post.

E se você conhece algum bom Googie Brazuca, comenta aí pra gente.





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