O nome do cara é Bahadur Chand Gupta, um engenheiro aeronáutico indiano aposentado. A idéia: comprar a sucata de um Airbus 300 de uma companhia de seguros e proporcionar, pelo menos dentro da mente de seus clientes, a sensação de voar. Isso só não é mais bizarro porque na Índia, segundo pesquisas, apenas 1% da população já teve a chance de afivelar os cintos de um avião e olhar as nuvens pela janelinha. Então, está alma caridosa, cobra cerca de U$4 por “viagem” e por realizar o sonho destas pessoas de entrar num avião. Sua esposa faz o serviço de bordo, servindo drinks nas famosas bandejinhas, enquanto o Bahadur dá uma de comandante e anuncia áreas de turbulência. O avião não tem uma das asas e nem os lemes de cauda, os banheiros não funcionam e o ar-condicionado, sim tem ar-condicionado, é alimentado por um gerador do lado de fora da aeronave. Mais uma prova de que dá pra viajar apenas fechando os olhos.

